In this blog, we share trials, attempts to understand the emerging "revolution" of the WEB 2.0, online social networks like Facebook, Twitter and Youtube.
domingo, 2 de novembro de 2008
The use of Social-Networking inside a firm
"Networking group for Staples associates and alumni worldwide. Getting in touch, exchanging best practices, coordinating social events.!
http://www.linkedin.com/groups?gid=71707&trk=anetsrch_name&goback=%2Egdr_1225663078119_3
sábado, 1 de novembro de 2008
Os jovens e a internet: as redes sociais
“apesar da imensidão da Web, a tendência dos jovens é para tecer pequenas teias pessoais.”
Uma questão se levanta: até que ponto não se forma uma espécie de redes hibridas e móveis, em constante organização/desorganização, que articulam as antigas redes de sociabilidade do face-a-face com as novas redes baseadas nos suportes digitais?
"Uma investigação internacional intitulada “Os Jovens e a Internet” agrupou investigadores do Canadá (Québec), França, Bélgica, Suíça, Espanha, Itália e Portugal. A investigação centrou-se em três questões centrais:
• Qual a representação que os jovens têm da Internet?
• Qual a utilização efectiva que os jovens fazem da Internet?
• Como é que se concretiza a apropriação da Internet, pelos jovens?
Jacques Piètte, o coordenador da investigação internacional, analisa no seu texto os resultados da pesquisa efectuada no Québec, confirmadas, em geral, pela pesquisa europeia. Para os jovens a internet não é nem um inferno nem um paraíso e não muda completamente o mundo. É também, e acima de tudo, um instrumento de diversão. Na utilização concreta verifica-se que, “apesar da imensidão da Web, a tendência é para tecer pequenas teias pessoais.”
José Carlos Abrantes
in http://www.josecarlosabrantes.net/detalhe.asp?id=219&idc=38
Livro resumido:
Abrantes, José Carlos (Org.), Ecrãs em Mudança, Lisboa, Livros Horizonte/CIMJ, 2006.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
A questão da especificidade das redes sociais em meio digital
A maioria dos estudos sobre o social-software, no âmbito da cultura digital e dos cyberstudies, adoptam uma prespectiva baseada em duas ideias fortes:
-uma epistemologia positivista assente no empirismo ingénuo. Assumem que o estudo dos new media, nomeadamente a cultura digital, obedece às lógicas da evidência semelhante aos estudos dos fenómenos físicos;
- numa divisão ingénua entre o mundo real da vida e o mundo virtual das novas redes digitais.
Estas duas ideias de base devem ser criticadas.
1. Crítica da epistemologia do empirismo ingénuo
Tal como afirma Brabham (2008), uma grande parte dos estudiosos dos new media analisam os "phenomena in networks through an empirical paradigm that assumes a real thing with an essence that can be known".
Ora, esta abordagem necessita de ser melhorada pois impede um conhecimento aprofundado dos fenómenos digitais emergentes.
"The problem with this approach, the new media empirics approach, is that it works to freeze the flows and interactivities of people and ideas in a concrete, present moment as the object of study" (Brabham, 2008).
De acordo com Corrêa (2008), José Luís Braga, Vilém Flusser, Marshall McLuhan, Jean Baudrillard e Roland Barthes são autores que defendem a permissa de que a produção de conhecimento neste campo não pode ser similar ao usado nas ciências naturais, pois é necessário interpretar e criar significados.
2. Crítica da divisão ingénua entre o mundo real e o mundo virtual
Segundo alguns autores, a produção de conhecimento nos new media efectua-se também no REAL, faz-se na vida real. Ou seja, o ciberespaço não é imaterialidade sendo antes um espaço real eletrónico de circulação da comunicação e da sociabilidade. Tal como Fischer, parece-me que a questão principal não é a diferença entre o real e o virtual invasor. "Is not one of reality's resistance to, or its vanishing into, a triumphant virtual parallel world, but of the close and creative hybridizing between reality and its powerful and expanding digital simulacrum" (Fischer, 2008).
3. Uma nova epistemologia
Nesse sentido, aparece como necessária uma reflexão epistemológica sobre os estudos dos new media. Elizabeth Corrêa (2008) defende que os new media studies apresentam uma série de características que requerem uma metodologia específica para o seu estudo assente na:
- inserção do estudo dos new media no campo da Comunicação;
- tríade tecnologia/comunicação/sociedade;
- vinculação entre a teoria e a prática.
Um novo modelo epistemológico deve, por isso, seguir estas orientações:
- o estudo de casos singulares
- a busca de indícios que remetem a fenómenos não imediatamente evidentes
- a distinção entre indícios essenciais e acidentais
- a articulação entre os indícios selecionados
- derivação de inferências
Desta forma, é necessário efectuar:
- o levantamento extensivo e detalhado dos traços caracterizadores do objecto;
- uma redução do objecto aos seus elementos mais significativos;
- uma separação dos indícios essenciais dos acidentais por meio de tentativas;
- uma articulação do conjuntos de indícios que possibilitem as inferências sobre o fenómeno.
Temos então aqui presente uma tríade:
situação empírica - bases teóricas - problemas de pesquisa
Para finalizar, e ainda segundo Corrêa (2008), autores como Fidler, Hayles, Lunenfeld, Janet Murray, Lev Manovitch, Bolder, Jenkis & Thornburn, Salaverría e Bertocchi vão na mesma linha caracterizando a comunicação em rede como sendo policrónica e multidirecional.
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Bibliografia:
CORRÊA, Elizabeth Saad (2008). «Reflexões para uma Epistemologia da Comunicação Digital», em Observatório (OBS*) Journal, 4; 307-320 [http://obs.obercom.pt/index.php/obs/article/view/116/142].
FISCHER, Hervé (2008), "2B OR NOT TO BE DIGITAL", in http://www.hervefischer.net/text_en.php?idt=5 [consultado em 15 de Outubro de 2008]
BRABHAM, Daren C. (2008) , Review of the book "Organized Networks: Media Theory, Creative Labour, New Institutions de Ned Rossiter", in http://rccs.usfca.edu/bookinfo.asp?ReviewID=535&BookID=388 [Consultado em 10 de Outubro de 2008].
Ver particularmente esta parte da recensão de Daren C. Brabham (2008):
"Rossiter argues we have become too easily consumed with the project of analyzing phenomena in networks through an empirical paradigm that assumes a real thing with an essence that can be known. The problem with this approach, the new media empirics approach, is that it works to freeze the flows and interactivities of people and ideas in a concrete, present moment as the object of study. This is ill-suited for the study of organized networks, which are moving interconnectivities, ongoing processes, and which emerge from past conditions through the present and into a future of possibilities. This plea for processual media theory by Rossiter resembles the media erotics work of critic Brian L. Ott (2004), whose critique of the stagnancy of television criticism at the time called for an attentiveness to the pleasures of audiences engaged in the co-creation of meanings in texts rather than the "revealing" of ideology latent in discrete texts". in Daren C. Brabham (2008) , Review of the book "Organized Networks: Media Theory, Creative Labour, New Institutions de Ned Rossiter", in http://rccs.usfca.edu/bookinfo.asp?ReviewID=535&BookID=388 [Consultado em 10 de Outubro de 2008]
Livro recenseado: Ned Rossiter, Organized Networks: Media Theory, Creative Labour, New Institutions, Rotterdam, Netherlands: NAi Publishers, 2006
[texto escrito em conjunto com Luzia Pinheiro]
Social Networking Websites and Teens: An Overview
"A social networking site is an online place where a user can create a profile and build a personal network that connects him or her to other users.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
The origins of 'social networking'
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Web 1.5: "social networking" entre o email e a Web 2.0
«SOE (social online environments, social networking sites, por ex. Hi5, Facebook, MySpace, Friendster, Linkedln, Orkut, Ringo, etc), são ferramentas de software social disponibilizadas num website de redes sociais, que permitem a cada utilizador criar um perfil de si próprio (através de descrições, fotos, listas de interesses pessoais) e construir uma rede pessoal de relacionamentos sociais que o conecta intencional e selectivamente com outros utilizadores pertencentes à sua rede pessoal ou outras redes pessoais e de interesses pessoais comuns, através da troca de mensagens privadas e públicas entre si.
fonte: OBERCOM, «Web 1.5: As redes de sociabilidades entre o email e a Web 2.0», Flash Report, Maio 2008, pag 3