segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Actor-Network theory and the social software: some studies by Adolfo Estatella

ARTÍCULOS y CAPÍTULOS DE LIBROS

Domínguez, D., Beaulieu, A., Estalella, A., Gómez, E., Schnettler, B., & Read, R. (2007). Virtual Ethnography. Forum Qualitative Social Research, 8(3).

Estalella, A., & Ardèvol, E. (2007). Ética de campo: hacia una ética situada para la investigación etnográfica de internet. Forum Qualitative Social Research, 8(3).

Vayreda, A., & Estalella, A. (2007).
‘Software social: ¿teoría social?’ In F. Tirado & M. Domènech (Eds.), Lo Social y lo virtual. Nuevas formas de control y transformación social (pp. 78-92). Barcelona: Editorial UOC.

Estalella, A. (2007). Blogs: From communicative to connective artefacts. In T. N. Burg & J. Schmidt (Eds.), BlogTalks Reloaded. Social Software - Research and Cases (pp. 51-64). Viena.

Estalella, A. (2005).
Anatomía de los blogs. La jerarquía de lo visible. Telos. Cuadernos de Comunicación, Tecnología y Soiciedad, 65, 119-126.

Estalella, A. (2005).
Weblogs. La utopía de una propuesta alternativa a los mass-media. En Ardevol E. y Grau J. (eds.) (2005) Antropología de los Media (pp. 107-123). Sevilla.

PRESENTACIONES EN CONGRESOS, WORKSHOPS, etc.

Estalella, A., Ardèvol, E., & Gómez, E. (2007, 2-3 november). Media as practice: Introducing symmetry on the ethnographies of the Internet. Paper presented at the Digital Media: European Perspectives Workshop, Sussex.

Gómez, E., Ardèvol, E., & Estalella, A. (2007, 17-20 october).
Playful embodiment and identity performance on the Internet. Paper presented at the Internet Research 8.0: Let’s Play, Vancouver.

Estalella, A. (2007, 9- 11 may). Practicing Ethnography: Doing Fieldwork Beyond the Online/Offline Dichotomies. Paper presented at the Qualitative Methods for Internet Research: Mediating ethnography Semminar, Universitat Oberta de Catalunya, Barcelona.

Estalella, A., & Ardévol, E. (2007, 22 - 24 may). Live Blogging’ Doing Fieldwork Beyond the Online/Offline Dichotomies. Paper presented at the Digital Research Methods in the Social Sciences, Cardiff University, Cardiff.

Estalella, A. (2006, 2-3 october)
‘Blogs: from Communicative to Connective Artefacts [PPT] (1,8 MB) (Word). BlogTalk Reloaded - the conference, Vienna.

Estalella, A. (2006, 25-27 mayo)
‘Entre Blogs. Etnografía simétrica a través de Internet’, [PPT]. Ier Encuentro de Estudios de Ciencia y Tecnología, Barcelona.

Estalella, A. (2004, 2-14 noviembre)
La identidad, mecanismo clave en la producción de información de una comunidad abierta colaborativa [HTML], II Congreso Online del Obervatorio para la Cibersociedad.

TAREAS EDITORIALES

Ardévol, E., Estalella. A. & Domínguez, D. (coordinadores) (2008, 10-13 septiembre), La mediación tecnológica en la práctica etnográfica Simposio del XI Congreso de Antropología FAAEE (PDF), Donostia/San Sebastián.

Domínguez, D., Beaulieu, A., Estalella, A., Gómez, E., Schnettler, B., & Read, R. (2007) (editores)
Etnografía virtual, monográfico, 8 (3) Forum Qualitative SocialResearch (FQS).

Ardèvol, E., Vayreda, A., & Estalella, A. (organizadores) (2007, 9-11 de mayo.
Qualitative Methods for Internet Research: Mediating ethnography Semminar. Internet Interdisciplinary Institute / Universitat Oberta de Catalunya, Barcelona.

Estalella, A., Bonna, Y. (organizadores) (2006, 1 de junio).
Investigando el mundo digital: nuevos territorios para la etnografía (workshop), Internet Interdisciplinary Institute (Universitat Oberta de Catalunya), Barcelona.

Estalella, A., Ardèvol, E., Domínguez, D. & Gómez, E. (coordinarores) (2006, 20 noviembre - 3 diciemebre).
Etnografías de lo digital. Grupo de trabajo E-14, III Congreso Online del Obervatorio para la Cibersociedad.

Estalella, A., Merelo, J. J., & Tricas, F. (coordinarores) (2004, 2-14 noviembre)
Weblogs, ¿un nuevo genéro de comunicación?. Grupo de trabajo GT-43, II Congreso Online del Obervatorio para la Cibersociedad.

EtnoVirtual mailing list en RedIris (coordinación). Etnografía de la tecnología digital. Etnografía virtual y de Internet.

OPINIÓN / POSICIONAMIENTO / DIVULGACIÓN

Estalella, A. (2007) Blogs, urinarios y web 2.0: caminando por el filo de la navaja. Revista BITS-ESPIRAL, 9, noviembre de 2007. (.RTF, .HTML)

Estalella, A. (2006). La bifurcación de Internet. Observatorio de la CiberSociedad (OCS). (.RTF, HTML)

Estalella, A. (2006)
La construcción de la blogosfera: yo soy mi blog (y sus conexiones). En Cerezo, J. M. (ed.) La Blogosfera hispana: Pioneros de la cultura digital, fundación france telecom, Madrid.

Estalella, A. (2005, 12-2005).
Copyleft o la liberación de la creatividad colectiva. Pueblos, 14. (.RTF, .HTML)

Estalella, A. (2005). De la cultura de la remezcla a la creatividad colectiva. En Zemos98 (Ed.), Creación e inteligencia colectiva (pp. 111-116): Asociación Cultural Comenzemos Empezemos, Instituto Andaluz de la Juventud, Universidad Internacional de Andalucía.

Estalella, A. (2005).
From remix culture to collective creation (English translation) [PDF].

PRESENTACIONES

domingo, 2 de novembro de 2008

The use of Social-Networking inside a firm

An example of the use of Social-Networking inside a firm.


"Networking group for Staples associates and alumni worldwide. Getting in touch, exchanging best practices, coordinating social events.!


http://www.linkedin.com/groups?gid=71707&trk=anetsrch_name&goback=%2Egdr_1225663078119_3

sábado, 1 de novembro de 2008

Os jovens e a internet: as redes sociais

Numa pesquisa, encontrei uma referência curiosa sobre a importância da redes sociais no uso que os jovens fazem da internet:

“apesar da imensidão da Web, a tendência dos jovens é para tecer pequenas teias pessoais.”

Uma questão se levanta: até que ponto não se forma uma espécie de redes hibridas e móveis, em constante organização/desorganização, que articulam as antigas redes de sociabilidade do face-a-face com as novas redes baseadas nos suportes digitais?


"Uma investigação internacional intitulada “Os Jovens e a Internet” agrupou investigadores do Canadá (Québec), França, Bélgica, Suíça, Espanha, Itália e Portugal. A investigação centrou-se em três questões centrais:
• Qual a representação que os jovens têm da Internet?
• Qual a utilização efectiva que os jovens fazem da Internet?
• Como é que se concretiza a apropriação da Internet, pelos jovens?
Jacques Piètte, o coordenador da investigação internacional, analisa no seu texto os resultados da pesquisa efectuada no Québec, confirmadas, em geral, pela pesquisa europeia. Para os jovens a internet não é nem um inferno nem um paraíso e não muda completamente o mundo. É também, e acima de tudo, um instrumento de diversão. Na utilização concreta verifica-se que, “apesar da imensidão da Web, a tendência é para tecer pequenas teias pessoais.”

José Carlos Abrantes
in http://www.josecarlosabrantes.net/detalhe.asp?id=219&idc=38

Livro resumido:

Abrantes, José Carlos (Org.), Ecrãs em Mudança, Lisboa, Livros Horizonte/CIMJ, 2006.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A questão da especificidade das redes sociais em meio digital


A maioria dos estudos sobre o social-software, no âmbito da cultura digital e dos cyberstudies, adoptam uma prespectiva baseada em duas ideias fortes:

-uma epistemologia positivista assente no empirismo ingénuo. Assumem que o estudo dos new media, nomeadamente a cultura digital, obedece às lógicas da evidência semelhante aos estudos dos fenómenos físicos;

- numa divisão ingénua entre o mundo real da vida e o mundo virtual das novas redes digitais.

Estas duas ideias de base devem ser criticadas.

1. Crítica da epistemologia do empirismo ingénuo

Tal como afirma Brabham (2008), uma grande parte dos estudiosos dos new media analisam os "phenomena in networks through an empirical paradigm that assumes a real thing with an essence that can be known".


Ora, esta abordagem necessita de ser melhorada pois impede um conhecimento aprofundado dos fenómenos digitais emergentes.


"The problem with this approach, the new media empirics approach, is that it works to freeze the flows and interactivities of people and ideas in a concrete, present moment as the object of study" (Brabham, 2008).

De acordo com Corrêa (2008), José Luís Braga, Vilém Flusser, Marshall McLuhan, Jean Baudrillard e Roland Barthes são autores que defendem a permissa de que a produção de conhecimento neste campo não pode ser similar ao usado nas ciências naturais, pois é necessário interpretar e criar significados.

2. Crítica da divisão ingénua entre o mundo real e o mundo virtual

Segundo alguns autores, a produção de conhecimento nos new media efectua-se também no REAL, faz-se na vida real. Ou seja, o ciberespaço não é imaterialidade sendo antes um espaço real eletrónico de circulação da comunicação e da sociabilidade. Tal como Fischer, parece-me que a questão principal não é a diferença entre o real e o virtual invasor. "Is not one of reality's resistance to, or its vanishing into, a triumphant virtual parallel world, but of the close and creative hybridizing between reality and its powerful and expanding digital simulacrum" (Fischer, 2008).

3. Uma nova epistemologia

Nesse sentido, aparece como necessária uma reflexão epistemológica sobre os estudos dos new media. Elizabeth Corrêa (2008) defende que os new media studies apresentam uma série de características que requerem uma metodologia específica para o seu estudo assente na:

- inserção do estudo dos new media no campo da Comunicação;
- tríade tecnologia/comunicação/sociedade;
- vinculação entre a teoria e a prática.


Um novo modelo epistemológico deve, por isso, seguir estas orientações:
- o estudo de casos singulares
- a busca de indícios que remetem a fenómenos não imediatamente evidentes
- a distinção entre indícios essenciais e acidentais
- a articulação entre os indícios selecionados
- derivação de inferências


Desta forma, é necessário efectuar:
- o levantamento extensivo e detalhado dos traços caracterizadores do objecto;
- uma redução do objecto aos seus elementos mais significativos;
- uma separação dos indícios essenciais dos acidentais por meio de tentativas;
- uma articulação do conjuntos de indícios que possibilitem as inferências sobre o fenómeno.

Temos então aqui presente uma tríade:
situação empírica - bases teóricas - problemas de pesquisa

Para finalizar, e ainda segundo Corrêa (2008), autores como Fidler, Hayles, Lunenfeld, Janet Murray, Lev Manovitch, Bolder, Jenkis & Thornburn, Salaverría e Bertocchi vão na mesma linha caracterizando a comunicação em rede como sendo policrónica e multidirecional.


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Bibliografia:

CORRÊA, Elizabeth Saad (2008). «Reflexões para uma Epistemologia da Comunicação Digital», em Observatório (OBS*) Journal, 4; 307-320 [http://obs.obercom.pt/index.php/obs/article/view/116/142].

FISCHER, Hervé (2008), "2B OR NOT TO BE DIGITAL", in http://www.hervefischer.net/text_en.php?idt=5 [consultado em 15 de Outubro de 2008]

BRABHAM, Daren C. (2008) , Review of the book "Organized Networks: Media Theory, Creative Labour, New Institutions de Ned Rossiter", in http://rccs.usfca.edu/bookinfo.asp?ReviewID=535&BookID=388 [Consultado em 10 de Outubro de 2008].

Ver particularmente esta parte da recensão de Daren C. Brabham (2008):
"Rossiter argues we have become too easily consumed with the project of analyzing phenomena in networks through an empirical paradigm that assumes a real thing with an essence that can be known. The problem with this approach, the new media empirics approach, is that it works to freeze the flows and interactivities of people and ideas in a concrete, present moment as the object of study. This is ill-suited for the study of organized networks, which are moving interconnectivities, ongoing processes, and which emerge from past conditions through the present and into a future of possibilities. This plea for processual media theory by Rossiter resembles the media erotics work of critic Brian L. Ott (2004), whose critique of the stagnancy of television criticism at the time called for an attentiveness to the pleasures of audiences engaged in the co-creation of meanings in texts rather than the "revealing" of ideology latent in discrete texts". in Daren C. Brabham (2008) , Review of the book "Organized Networks: Media Theory, Creative Labour, New Institutions de Ned Rossiter", in
http://rccs.usfca.edu/bookinfo.asp?ReviewID=535&BookID=388 [Consultado em 10 de Outubro de 2008]

Livro recenseado: Ned Rossiter, Organized Networks: Media Theory, Creative Labour, New Institutions, Rotterdam, Netherlands: NAi Publishers, 2006


[texto escrito em conjunto com Luzia Pinheiro]




Social Networking Websites and Teens: An Overview

An interesting report about the teens and Social-networking in USA.

"A social networking site is an online place where a user can create a profile and build a personal network that connects him or her to other users.
In the past five years, such sites have rocketed from a niche activity into a phenomenon that engages tens of millions of internet users.
More than half (55%) of all online American youths ages 12-17 use online social networking sites, according to a new national survey of teenagers conducted by the Pew Internet & American Life Project.
The survey also finds that older teens, particularly girls, are more likely to use these sites. For girls, social networking sites are primarily places to reinforce pre-existing friendships; for boys, the networks also provide opportunities for flirting and making new friends".

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

The origins of 'social networking'

See this site about the origins of 'social networking':
First, the authors "describe features of Social Network Sites (SNSs) and propose a comprehensive definition". Then, they present the history of such sites and summarize existing scholarship concerning SNSs. They conclude with some considerations for future research.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Web 1.5: "social networking" entre o email e a Web 2.0


«SOE (social online environments, social networking sites, por ex. Hi5, Facebook, MySpace, Friendster, Linkedln, Orkut, Ringo, etc), são ferramentas de software social disponibilizadas num website de redes sociais, que permitem a cada utilizador criar um perfil de si próprio (através de descrições, fotos, listas de interesses pessoais) e construir uma rede pessoal de relacionamentos sociais que o conecta intencional e selectivamente com outros utilizadores pertencentes à sua rede pessoal ou outras redes pessoais e de interesses pessoais comuns, através da troca de mensagens privadas e públicas entre si.
Sites sociais actualmente muito populares como o Hi5, o MySpace e o Linkedln lançados em 2003, ou o Orkut e o FaceBook em 2004, constituem uma actualização e melhoramento das primeiras gerações de software social de comunicação mediada por computador como, por exemplo, o IRC dos anos 90.
O actual software social da Web 2.0 constitui, todavia, um incremento inovacional, possibilitando a conversação em tempo real, a partilha de ficheiros personalizados de imagens, música e vídeo, a videoconferência online com utilizadores de outras redes pessoais. Estas ferramentas oferecem um enorme potencial enquanto espaço dinâmico de sociabilidades, convívio e partilha de interesses, gostos e estilos. E, à semelhança dos seus antecessores, enquanto espaço de convívio e partilha, o software social fomenta quer a manutenção das sociabilidades pré-existentes offline quer a expansão das sociabilidades puramente online»

fonte: OBERCOM, «Web 1.5: As redes de sociabilidades entre o email e a Web 2.0», Flash Report, Maio 2008, pag 3
Retirado de: