sábado, 17 de outubro de 2009

Um Relatório Da Australian Flexible Learning Framework

Software Social: O Que É? Qual O Seu Impacto Nas Pessoas E Organizações? – Um Relatório Da Australian Flexible Learning Framework


Excerto retirado do site referido no link acima:

Características de indivíduos, grupos e empresas já inseridas no software social

Os indivíduos

As características de quem, na Formação Profissional, já está integrado no uso do software social insere-se nas definições de Roger (1995): no grupo dos inovadores, nos adoptantes iniciais e um pequeno número insere-se na maioria inicial. A categorização de Roger:


Inovadores: Os bravos - aqueles que forçam a mudança. Os inovadores são comunicadores muito importantes.


Adoptantes iniciais: Pessoas de renome - líderes de opinião, testam novas ideias mas de uma forma cuidadosa.


Maioria inicial: Pessoas ponderadas - cuidadosas, mas que aceitam a mudança mais depressa que a maioria.


Maioria tardia: Pessoas cépticas - usam as novas ideias ou produtos quando a maioria os usar.


Retardatários: Pessoas tradicionais - defensoras da "maneira antiga", são críticos em relação a novas ideias e apenas a aceitarão se a nova ideia se tornar difundida ou até tradição.
Rogers identificou que as cinco categorias de adopção seguem uma curva de desvio padrão: muito poucos inovadores adoptam a inovação ao início (2.5%); um pouco mais tarde, os adoptantes iniciais perfazem 13.5%; a maioria inicial 34%; a maioria tardia 34% e algum tempo depois os retardatários perfazem 16%.



A Curva de Adopção da Inovação de Rogers é útil para lembrar que tentar convencer rapidamente as massas para uma ideia controversa é inútil. Faz mais sentido começar por convencer inovadores e adoptantes iniciais. A categoria e percentagens podem ser usadas como um esboço inicial para estimar os grupos alvo.

As características das pessoas excepcionais que iniciam 'epidemias', descritas por Gladwell em The Tipping Point (2000), encontram-se reflectidas naqueles que estão já imersos no software social. Gladwell refere-se a estas pessoas como Conectores, Especialistas e Vendedores. Eles são os mensageiros que espalham as mensagens sociais.


Conectores: Pessoas com um dom especial em unir o mundo, especialistas em pessoas, conhecem muita gente e são capazes de estabelecer ligações sociais.


Especialistas: Especialistas em informação e peritos em resolução de problemas, com apetências sociais e que gostam de partilhar o seu conhecimento.


Vendedores: Têm as capacidades de nos persuadir quando ainda não estamos convencidos.


Gladwell aplicou o conhecimento sobre como se espalham as 'epidemias' para criar uma teoria sobre a mudança social "contagiosa". Ele notou que as epidemias têm três características: contágio; o facto que pequenas causas têm grandes efeitos e que as alterações acontecem não gradualmente mas abruptamente.

No que se refere à mudança, a teoria da gestão, mostra que há sempre aqueles que darão o primeiro passo. O que geralmente os motiva é algo intrínseco, a emoção de novos desafios e um desejo de tornar as coisas melhores. Quem exercia a Formação Profissional e que avançou, rumo ao saber como usar estas ferramentas de software, provou ser capaz profissional e com muitos recursos.



McCulloch, uma mentora de e-Learning, formadora e facilitadora, escreveu sobre as razões que entende serem responsáveis para que a segunda vaga (os adoptantes iniciais) esteja preparada para se ligar ao software social:


"Acredito que é a autonomia e livre vontade que captou a atenção da segunda vaga e a sua capacidade de "fazer por si mesmo" será um ponto importante para sustentar a continuidade das sua práticas no e-learning. É a simplicidade e facilidade de uso destas ferramentas de rede social que trouxe mais sucesso, num curto espaço de tempo, durante os projectos realizados em 2006."


Pode ser discutível dizer que a confiança é a principal característica do "bloguer". Exige confiança publicar pensamentos, ideias e debates num ambiente público. Murray, em referência ao uso da funcionalidade de "comentário" na The Knowledge Tree, notou:




"desde que a The Knowledge Tree começou a usar software de blogue, a funcionalidade de comentários foi utilizada menos por australianos do que por leitores internacionais... é uma capacidade inata...s e queremos comunicar, seja através de blogues, temos que comentar... temos que ter a confiança para 'falar' e construir um perfil. Comentar é um bom ponto de partida mesmo que seja só para dizer 'obrigado'."




Os grupos

Com a utilização de software social, a definição de "grupos" tornou-se mais ampla, tornando difuso o sentido de grupos, redes e comunidades. O factor relevante no uso de software social é a sua natureza social. É a ligação e formação de redes e/ou comunidades que evoluem que faz com que tantos achem o fenómeno tão interessante.

Este conceito de ligar e conectar a teoria do Conectivismo de Siemens, suportada por Stuckey e Arkell (2006) que dizem que, "O chavão corrente para a gestão de conhecimento é ligar, não recolher". (p 7)



Eles também indicam que "a importância das comunidades de prática e as suas capacidades de criação de conhecimento generativo" foi bem defendida e estabelecida por um número de pessoas, incluindo Wenger, o proponente inicial de comunidades de prática em empresas. Wenger define três características essenciais de uma comunidade de prática:


O Domínio - um interesse partilhado


A Comunidade - Inserção em actividades e debates em conjunto, ajuda mútua e partilha de informação.


O Exercício - Eles desenvolvem um reportório partilhado de recursos: experiências, histórias, ferramentas, formas de abordar problemas recorrentes - em suma, uma actividade partilhada.


White defende três tipos de comunidade que agora operam no domínio da blogosfera do software social: a comunidade que pertence a um só Blogue/Bloguer; a comunidade específica a um tema/tópico; e a comunidade fronteira referente ao local (servidor) aonde o blogue está alojado.



Um elemento fundamental das ligações, do trabalho em rede e da formação de comunidades de prática é a "confiança". Tem que existir confiança nos juízos feitos pelas pessoas com as quais se liga. A confiança é a base de todas as interacções humanas. Boone, sobre Stuckey e Arkell (2006 p 7) indica, "Eu não quero dados em bruto, não quero informação, quero os juízos das pessoas em quem posso confiar".

Purie et al (2006), sobre considerar o valor dos sistemas sociais, disse que:


"Os sistemas sociais também dariam confiança e segurança num mundo onde os alunos estão ligados aos outros digitalmente e o conteúdo de ensino é partilhado entre estudantes e até co-produzido. Conteúdo comunitário, simples e open source tem a vantagem de dar acesso a conteúdo ilimitado de ensino, mas possibilitando o levantar de questões sobre a sua qualidade, valor e confiança."




As organizações

Stuckey and Arkell (2006) oferecem uma estrutura de quatro quadrantes:


"para definir os relevos culturais de actividades de partilha de conhecimento contra uma linha de crescentes representações individuais ou conformação empresarial. "


Eles disseram que o software social suporta o desenvolvimento de uma cultura aberta à partilha de conhecimento dentro de empresas, enquanto que uma cultura de conformidade obrigatoriamente conduziu a gestão de conhecimentos aos dias de hoje. Há uma necessidade da existência de ambas as culturas e de estas serem niveladas, defendem, e " uma gestão de conhecimentos fiável baseia-se na fusão das duas".

Certamente há indícios de indivíduos na Formação Profissional (os inovadores, adoptantes iniciais e mensageiros) que procuram formas de evitar uma cultura de conformidade dentro de empresas, testando novas tecnologias para suportarem a partilha de conhecimento, aprendizagem individual e a aprendizagem dos seus alunos. Por si só, isto cria tensões à medida que entendem que a empresa suprime a criatividade e inovação.



O que disse o estudo:

Suporte empresarial para o uso de software social foi considerado de grande importância para 82% dos participantes no estudo, com 67% desses a pertencerem ao sector da Formação Profissional.

Em relação aos itens concebidos para dar suporte organizacional ao uso de software social, muito poucos inquiridos na Formação Profissional avaliaram o apoio de colegas e da organização como "totalmente de acordo".



Estes tópicos foram:


a maioria dos meus colegas na minha empresa inspiram-me a usar estas tecnologias, sinto que faço parte de uma equipa de inovação (11% na Formação Profissional comparado com 37% de todos os inquiridos)


a minha empresa encoraja-me activamente desenvolver-me profissionalmente (tanto formal como informalmente) utilizando software social (7% na Formação Profissional comparado com 6% de todos os inquiridos)

sábado, 24 de janeiro de 2009

As redes sociais e a Igreja Católica

As "redes sociais" na internet começam a ser objecto de debate no espaço público.

"Numa conferência realizada pela Igreja Católica, a Conferenza Episcopale Italiana (CEI, ou na tradução, Conferência Episcopal Italiana), o bispo Don Domenico Pompili alertou para os perigos de redes sociais online como o Facebook.

Segundo o site The Inquirer, Pompili acredita que os serviços levam ao que chamou de “individualismo interconectado”.

Para o bispo, relacionamentos criados online não são reais, e sites de networking levam ao “egocentrismo online”, afastando relações reais. Compartilhando de sua opinião está também o bispo Mariano Crociata, que presidiu a CEI e alertou para a glorificação da internet.

(...)

De acordo com o site italiano WebNews, as opiniões fizeram parte de uma palestra chamada “Igreja na Rede 2.0”, em que foi defendida a necessidade da criação de um novo modelo de rede de comunicação online, diferente dos existentes e criticados".

Magnet / Geek Central

Ver:

http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/9020-igreja-cat-lica-debate-redes-sociais-online

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

"In Web World of 24/7 Stress, Writers Blog Till They Drop"

An interesting research about the body effects of being connected to web world. It could be a question of life because the social contraints to be connected could change our material life. In fact, the Internet has changed the nature of work. The emergence of workers, who used Internet, "has paralleled the development of the online economy".
Ver aqui:
"In Web World of 24/7 Stress, Writers Blog Till They Drop"
By
MATT RICHTEL
Published: April 6, 2008

SAN FRANCISCO — They work long hours, often to exhaustion. Many are paid by the piece — not garments, but blog posts. This is the digital-era sweatshop. You may know it by a different name: home.
A growing work force of home-office laborers and entrepreneurs, armed with computers and smartphones and wired to the hilt, are toiling under great physical and emotional stress created by the around-the-clock Internet economy that demands a constant stream of news and comment.
Of course, the bloggers can work elsewhere, and they profess a love of the nonstop action and perhaps the chance to create a global media outlet without a major up-front investment. At the same time, some are starting to wonder if something has gone very wrong. In the last few months, two among their ranks have died suddenly.
Two weeks ago in North Lauderdale, Fla., funeral services were held for Russell Shaw, a prolific blogger on technology subjects who died at 60 of a heart attack. In December, another tech blogger, Marc Orchant, died at 50 of a massive coronary. A third, Om Malik, 41, survived a heart attack in December.
Other bloggers complain of weight loss or gain, sleep disorders, exhaustion and other maladies born of the nonstop strain of producing for a news and information cycle that is as always-on as the Internet.
To be sure, there is no official diagnosis of death by blogging, and the premature demise of two people obviously does not qualify as an epidemic. There is also no certainty that the stress of the work contributed to their deaths. But friends and family of the deceased, and fellow information workers, say those deaths have them thinking about the dangers of their work style.
The pressure even gets to those who work for themselves — and are being well-compensated for it.
“I haven’t died yet,” said Michael Arrington, the founder and co-editor of
TechCrunch, a popular technology blog. The site has brought in millions in advertising revenue, but there has been a hefty cost. Mr. Arrington says he has gained 30 pounds in the last three years, developed a severe sleeping disorder and turned his home into an office for him and four employees. “At some point, I’ll have a nervous breakdown and be admitted to the hospital, or something else will happen.”
“This is not sustainable,” he said.
It is unclear how many people blog for pay, but there are surely several thousand and maybe even tens of thousands.
The emergence of this class of information worker has paralleled the development of the online economy. Publishing has expanded to the Internet, and advertising has followed.
Even at established companies, the Internet has changed the nature of work, allowing people to set up virtual offices and work from anywhere at any time. That flexibility has a downside, in that workers are always a click away from the burdens of the office. For obsessive information workers, that can mean never leaving the house.
Blogging has been lucrative for some, but those on the lower rungs of the business can earn as little as $10 a post, and in some cases are paid on a sliding bonus scale that rewards success with a demand for even more work.
There are growing legions of online chroniclers, reporting on and reflecting about sports, politics, business, celebrities and every other conceivable niche. Some write for fun, but thousands write for Web publishers — as employees or as contractors — or have started their own online media outlets with profit in mind.
One of the most competitive categories is blogs about technology developments and news. They are in a vicious 24-hour competition to break company news, reveal new products and expose corporate gaffes.
To the victor go the ego points, and, potentially, the advertising. Bloggers for such sites are often paid for each post, though some are paid based on how many people read their material. They build that audience through scoops or volume or both.
Some sites, like those owned by Gawker Media, give bloggers retainers and then bonuses for hitting benchmarks, like if the pages they write are viewed 100,000 times a month. Then the goal is raised, like a sales commission: write more, earn more.
Bloggers at some of the bigger sites say most writers earn about $30,000 a year starting out, and some can make as much as $70,000. A tireless few bloggers reach six figures, and some entrepreneurs in the field have built mini-empires on the Web that are generating hundreds of thousands of dollars a month. Others who are trying to turn blogging into a career say they can end up with just $1,000 a month.
Speed can be of the essence. If a blogger is beaten by a millisecond, someone else’s post on the subject will bring in the audience, the links and the bigger share of the ad revenue.
“There’s no time ever — including when you’re sleeping — when you’re not worried about missing a story,” Mr. Arrington said.
“Wouldn’t it be great if we said no blogger or journalist could write a story between 8 p.m. Pacific time and dawn? Then we could all take a break,” he added. “But that’s never going to happen.”
All that competition puts a premium on staying awake. Matt Buchanan, 22, is the right man for the job. He works for clicks for
Gizmodo, a popular Gawker Media site that publishes news about gadgets. Mr. Buchanan lives in a small apartment in Brooklyn, where his bedroom doubles as his office.
He says he sleeps about five hours a night and often does not have time to eat proper meals. But he does stay fueled — by regularly consuming a protein supplement mixed into coffee.
But make no mistake: Mr. Buchanan, a recent graduate of
New York University, loves his job. He said he gets paid to write (he will not say how much) while interacting with readers in a global conversation about the latest and greatest products.
“The fact I have a few thousand people a day reading what I write — that’s kind of cool,” he said. And, yes, it is exhausting. Sometimes, he said, “I just want to lie down.”
Sometimes he does rest, inadvertently, falling asleep at the computer.
“If I don’t hear from him, I’ll think: Matt’s passed out again,” said Brian Lam, the editor of Gizmodo. “It’s happened four or five times.”
Mr. Lam, who as a manager has a substantially larger income, works even harder. He is known to pull all-nighters at his own home office in San Francisco — hours spent trying to keep his site organized and competitive. He said he was well equipped for the torture; he used to be a Thai-style boxer.
“I’ve got a background getting punched in the face,” he said. “That’s why I’m good at this job.”
Mr. Lam said he has worried his blogging staff might be burning out, and he urges them to take breaks, even vacations. But he said they face tremendous pressure — external, internal and financial. He said the evolution of the “pay-per-click” economy has put the emphasis on reader traffic and financial return, not journalism.
In the case of Mr. Shaw, it is not clear what role stress played in his death. Ellen Green, who had been dating him for 13 months, said the pressure, though self-imposed, was severe. She said she and Mr. Shaw had been talking a lot about how he could create a healthier lifestyle, particularly after the death of his friend, Mr. Orchant.
“The blogger community is looking at this and saying: ‘Oh no, it happened so fast to two really vital people in the field,’ ” she said. They are wondering, “What does that have to do with me?”
For his part, Mr. Shaw did not die at his desk. He died in a hotel in San Jose, Calif., where he had flown to cover a technology conference. He had written a last e-mail dispatch to his editor at ZDNet: “Have come down with something. Resting now posts to resume later today or tomorrow.”

domingo, 30 de novembro de 2008

Revista Observatório (OBS*), do OberCom - numero temático: World Internet Project".:

Podem encontrar artigos interessantes no Vol. 2, número 3 de 2008 da revista Observatório (OBS*), do OberCom, um centro português de investigação em comunicação. O tema é "World Internet Project".


A revista é de livre acesso.

http://obs.obercom.pt/index.php/obs/issue/view/12


Vejam o índice:

Table of Contents

Articles

Special Issue Editorial - World Internet Project PDF
Jeffrey Cole
Portugal in Transition to the Network Society. A Generational Divide through the Lenses of the Internet Abstract PDF
Gustavo Cardoso
Uses and Gratifications of Online Communities in Japan Abstract PDF
Kenichi Ishii
Attributes of Participation in Online Communities among Czech Internet Users Abstract PDF
Václav Štětka, David Šmahel
New Screens and Young People: Crossing Times and Boundaries what roles do they play in their everyday life Abstract PDF
André H. Caron
Internet and Health Contents Abstract PDF
Rita Espanha
A Longitudinal Examination of Internet Diffusion and Adopter Categories Abstract PDF
Robert J. Lunn, Michael W. Suman
Consumer Involvement in Organizations in the “Organization as Communication” Perspective: a Multidisciplinary Research Agenda Abstract PDF
Andreina Mandelli
Internet Use and Opinion Formation in Countries with Different ICT Contexts Abstract PDF
Ellen Helsper
Internet in Singapore: Findings from a National Survey Abstract PDF
Alfred Choi
Uso de Internet, Medios de Comunicación, Expectativas Políticas y Generación de Contenidos Online: Resultados del Proyecto WIP Chile 2003-2006 Abstract PDF
Sergio Jose Godoy
Broadband and the ‘Creative Internet’: Australians as consumers and producers of cultural content online Abstract PDF
Scott Ewing, Julian Thomas
The Role of Internet in a Changing Mediascape: Competitor or Complement? Abstract PDF
Olle Findahl
Exploring Trust on Internet: The Spanish Case Abstract PDF
Nicolás Garrido, Adriana Marina
The Diffusion of Information and Communications Technologies: Objective and Subjective Obstacles Abstract PDF
Anna Galácz, Tibor Dessewffy, Zsófia Rét
Measuring Digital Divide: The Exploration in Macao Abstract PDF
Jianbin Jin, Angus Weng Hin Cheong
The Young and the Internet: Revolution at Home. When the household becomes the foundation of socio-cultural change Abstract PDF
Carlos Tabernero, Jordi Sánchez-Navarro, Imma Tubella
The Effect of Internet Usage on Interpersonal Relationships: A Case Study Abstract PDF
Susan Bastani, Maryam Fazel-Zarandi
The Internet: Social and demographic impacts in Aotearoa New Zealand Abstract PDF
Philippa Smith, Nigel Smith, Kevin Sherman, Karishma Kripalani, Ian Goodwin, Charles Crothers, Allan Bell

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Apresentação Pública do Estudo "Evolução do Analógico para o Digital no Domínio do Trabalho"

Apresentação Pública do Estudo "Evolução do Analógico para o Digital no Domínio do Trabalho"

4 Dezembro 2008, 14h30

na Fundação Portuguesa das Comunicações, Lisboa

domingo, 16 de novembro de 2008

As emoções como categoria de análise no estudo da comunicação

A questão do corpo e das emoções começa a ganhar destaque nos estudos acerca da comunicação em contexto digital.

Ver, em primeiro lugar, este log de Madalena Oliveira no blog "webjornal".


"As emoções como categoria de análise no estudo da comunicação

A editora alemã VS Verlag acaba de lançar um livro, pelo menos aparentemente, interessante no que respeita aos novos estudos da comunicação. Emotionen - Medien - Gemeinschaft (Emoções - Media - Comunidade) pretende ser uma análise sociológica da comunicação que encara as emoções como uma categoria a considerar. A ideia parece ser a da integração das emoções na pesquisa social e de comunicação, devendo ser um apelo a todos aqueles que trabalham sobre o mundo social dos humanos para que considerem as emoções como categoria de acção equivalente nas suas análises. Apesar de ainda não ter visto mais do que a apresentação da editora, diria que é um livro muito oportuno, sobretudo num momento em que a informação é frequentemente atravessada pela emoção (interessante a este propósito uma chamada de atenção do Periodista Digital sobre o terramoto no Paquistão: Nos principais portais da imprensa / Fim-de-semana de dor e morte)".

Ver aqui:

http://webjornal.blogspot.com/2005/10/as-emoes-como-categoria-de-anlise-no.html


Também Teresa Cruz publicou um pequeno artigo sobre o tema.

Maria Teresa Cruz, “Técnica e Afecção”, in MIRANDA, J. Bragança e CRUZ, M. Teresa (Org), Crítica das Ligações na Era da Técnica, Lisboa, Tropismos, 2002.






quarta-feira, 5 de novembro de 2008

CONFERENCE E-SOCIETY - February 25-28, 2009 - BARCELONA, SPAIN

CALL FOR PAPERS - Deadline for submissions (1st call extension): 19 November 2008 --

IADIS INTERNATIONAL CONFERENCE E-SOCIETY 2009 February 25-28, 2009 - BARCELONA, SPAIN
(http://www.esociety-conf.org/)


* Keynote Speaker (confirmed):
Jeremy Millard, Danish Technological Institute, Denmark

* Conference Background and Goals
The IADIS e-Society 2009 conference aims to address the main issues of concern within the Information Society. This conference covers both the technical as well as the non-technical aspects of the Information Society.
Broad areas of interest are eSociety and Digital Divide, eBusiness / eCommerce, eLearning, New Media and E-Society, Digital Services in eESociety, eGovernment /eGovernance, eHealth, Information Systems, and Information Management. These broad areas are divided into more detailed areas (see below). However innovative contributes that don't fit into these areas will also be considered since they might be of benefit to conference attendees.



* Important Dates:
- Submission deadline (1st call extension): 19 November 2008
- Notification to Authors (1st call extension): 17 December 2008
- Final Camera-Ready Submission and Early Registration (1st call extension):
Until 12 January 2009
- Late Registration (1st call extension): After 12 January 2009
- Conference: Barcelona, Spain, 25 to 28 February 2009

* Secretariat
IADIS Secretariat - IADIS INTERNATIONAL CONFERENCE E-SOCIETY 2009 Rua Sao Sebastiao da Pedreira, 100, 3
1050-209 Lisbon, Portugal
E-mail: secretariat@esociety-conf.org/
Web site: http://www.esociety-conf.org/

* Program Committee

Program Chair
Piet Kommers, University of Twente, The Netherlands

Conference Chair
Pedro Isaías, Universidade Aberta (Portuguese Open University), Portugal

Committee Members:*
* for committee list please refer to http://www.esociety- conf.org/committees.asp

* Co-located events
Please also check the co-located events:
Information Systems 2009 (http://www.is-conf.org/) - 25-27 February 2009 Mobile Learning 2009 (http://www.mlearning-conf.org/) - 26-28 February 2009

* Registered participants in the e-Society conference may attend Information Systems and Mobile Learning conferences' sessions free of charge.

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Distributed through Cyber-Society-Live [CSL]: CSL is a moderated discussion list made up of people who are interested in the interdisciplinary academic study of Cyber Society in all its manifestations.To join the list please visit:
http://www.jiscmail.ac.uk/lists/cyber-society-live.html
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