In this blog, we share trials, attempts to understand the emerging "revolution" of the WEB 2.0, online social networks like Facebook, Twitter and Youtube.
sábado, 30 de janeiro de 2010
A passagem dos dispositivos tradicionales de CMO para o Software Social
sábado, 16 de janeiro de 2010
Sociology of Google?
C'est en tous les cas une nouvelle entrée de chercheurs SHS dans la problématique « Google » (après l'approche documentaire-critique, l'approche critique-idéologique, etc.) et très intéressante car la plus directement sociologique pour l'instant : ici est étudiée la remarquable articulation entre un outil moteur / un individu en état de recherche / une méga machine Internet."
Some books online about sociology of Internet.
DUPUY Jean-Pierre (2000), « Les savants croient-ils en leurs théories ?: une lecture philosophique de l'histoire des sciences cognitives », INRA éditions.
VARENNE Franck (2007), “ Du modèle à la simulation informatique ”, Vrin
Revue TIC&société (2009), “ TIC et diasporas ”
BENKLER Yochai. (2007) The Wealth of Networks: How Social Production Transforms Markets and Freedom. New Haven, CT: Yale University Press.
LESSIG Lawrence. (2006) Code 2.0. NY: Basic Books.
JENKINS Henry. (2008) Convergence Culture: Where Old and New Media Collide. NYU Press.
FUCHS Christian. (2008). Internet and Society: Social Theory in the Information Age. Routledge.
MULTITUDES Web (2009), « Google et au-delà » n°36
SAXENIAN, AnnaLee. (2006). The New Argonauts: Regional Advantage in a Global Economy. Cambridge, MA: Harvard University Press.
TURNER, Fred. (2006) "From Counterculture to Cyberculture: Stewart Brand, the Whole Earth Network, and the Rise of Digital Utopianism". Chicago, IL: University of Chicago Press.
BELL David. (2001) "An Introduction to Cybercultures". London, England: Routledge.
WELLMAN Barry and Caroline HAYTHORNTHWAITE (2002) "The Internet in Everyday Life". Oxford: Blackwell.
McKEE, Heidi, PORTER James (2009). The Ethics of Internet Research. A Rhetorical, Case-based Process. New York: Peter Lang.
CERWONKA Allaine, MALKKI Liisa (2007). "Improvising Theory: Process and Temporality in Ethnographic Fieldwork". Chicago, IL: University of Chicago Press.
HAKKEN David. (1999). Cyborgs@Cyberspace?: An Ethnographer Looks to the Future. London: Routledge.
domingo, 29 de novembro de 2009
Primeiro email foi enviado há 40 anos - JORNAL DE NOTÍCIAS
Primeiro email foi enviado há 40 anos
2009-10-26
"Primeira mensagem de correio electrónico foi "LO", porque o sistema foi abaixo e o email ficou a meio.
A primeira mensagem de correio electrónico entre dois computadores (e-mail em rede) situados em locais distantes foi enviada em 29 de Outubro de 1969, quase dois meses depois do primeiro nó que deu origem à Internet.
O texto dessa primeira mensagem continha apenas duas letras e um ponto - "LO.". O investigador da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) Leonard Kleinrock queria escrever "LOGIN", mas o sistema foi abaixo a meio da transmissão.
A mensagem seguiu do computador do laboratório de Kleinrock na UCLA para o de Douglas Engelbart no Stanford Research Institute, utilizando como suporte a recém-criada rede da ARPA (Advanced Research Projects Agency), agência financiada pelo governo norte-americano.
O primeiro nó de ligação entre dois computadores da Arpanet tinha sido estabelecido pouco tempo antes, em 02 de Setembro de 1969, pelo que a história da Internet e do e-mail em rede se confundem.
No início da década de 1960, surgiram alguns sistemas de troca de mensagens entre terminais de um mesmo computador, em tempo diferido (1961) e em tempo real (1965), mas o primeiro e-mail em rede foi transmitido apenas em 1969.
Dois anos depois, em 1971, Ray Tomlinson inventou os primeiros programas para envio de e-mails em rede através da Arpanet e criou a arroba ("at", em Inglês - @) para separar o login do utilizador do domínio do servidor.
Em 1976, a rainha de Inglaterra, Isabel II, enviou o seu primeiro e-mail, e em 1978 surgiu o primeiro spam, entendido como mensagem de correio electrónico enviada para múltiplos destinatários sem consentimento destes.
Quarenta anos depois, 70 por cento dos e-mails enviados diariamente são "spam", uma "praga" que acompanha o crescimento dos vírus e do marketing na Internet, mas que tem sido combatida, com relativo sucesso, por diversos sistemas de filtragem entretanto desenvolvidos.
O "spam" não é, contudo, o único adversário do e-mail, que encontra cada vez mais concorrentes noutros sistemas de comunicação de texto, áudio e vídeo, de envio de ficheiros e de troca de mensagens instantâneas, através de ferramentas como o Messenger, Skype e Twitter, a que se juntará em breve o Google Wave.
"Pela sua formalidade, o e-mail é algo pouco apelativo para os utilizadores mais jovens. Os blogs e o Twitter ocupam um espaço menos informal", disse à agência Lusa Libório Silva, autor do livro sobre correio electrónico mais vendido em Portugal, "e-mail", editado em 2008.
Libório Silva afirmou que o e-mail continua a ser uma ferramenta em expansão em todo o Mundo, pela facilidade de utilização e pela capacidade de envio de ficheiros associados a mensagens.
Libório Silva destacou como principal ruptura na história do e-mail o surgimento dos serviços de webmail, que são actualmente líderes de mercado entre utilizadores individuais, mas não nas empresas, que continuam a preferir servidores internos.
Outro momento importante foi o surgimento do e-mail da Google (gmail), oferecendo um gigabyte de capacidade, quando os serviços de então ofereciam apenas quatro megabytes, "250 vezes menos".
Apesar de popular, o e-mail continua a ser utilizado pela esmagadora maioria das pessoas sem certificados digitais de segurança, pelo que cada mensagem pode ser interceptada por "um qualquer técnico de informática que tenha acesso a um dos 'routers' por onde passa".
"Mais de 99 por cento dos e-mails são como postais, sem terem envelope por fora", comparou Libório Silva, realçando que só um por cento são "cartas lacradas".
Outros dos pioneiros da Internet em Portugal, Vítor Magalhães, disse à Lusa que "o e-mail continua a ser a funcionalidade da Internet que mais se mantém e que tem tido um desenvolvimento normal", sendo os fóruns de discussão e o Twitter "alternativas e não concorrentes".
Para Vítor Magalhães, "a tentativa da Google de destruir o e-mail através do Google Wave" não deverá ter o sucesso que a empresa prevê, porque o novo serviço contém o mesmo mecanismo e funcionalidade básica do e-mail, de comunicação textual e de transferência de conteúdo multimédia, pelo que não há uma mudança de conceito".
* Agência Lusa
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Report: 'The Impact of Social Computing on the EU Information Society and Economy'
sábado, 17 de outubro de 2009
Um Relatório Da Australian Flexible Learning Framework
Excerto retirado do site referido no link acima:
Características de indivíduos, grupos e empresas já inseridas no software social
Os indivíduos
As características de quem, na Formação Profissional, já está integrado no uso do software social insere-se nas definições de Roger (1995): no grupo dos inovadores, nos adoptantes iniciais e um pequeno número insere-se na maioria inicial. A categorização de Roger:
Inovadores: Os bravos - aqueles que forçam a mudança. Os inovadores são comunicadores muito importantes.
Adoptantes iniciais: Pessoas de renome - líderes de opinião, testam novas ideias mas de uma forma cuidadosa.
Maioria inicial: Pessoas ponderadas - cuidadosas, mas que aceitam a mudança mais depressa que a maioria.
Maioria tardia: Pessoas cépticas - usam as novas ideias ou produtos quando a maioria os usar.
Retardatários: Pessoas tradicionais - defensoras da "maneira antiga", são críticos em relação a novas ideias e apenas a aceitarão se a nova ideia se tornar difundida ou até tradição.
Rogers identificou que as cinco categorias de adopção seguem uma curva de desvio padrão: muito poucos inovadores adoptam a inovação ao início (2.5%); um pouco mais tarde, os adoptantes iniciais perfazem 13.5%; a maioria inicial 34%; a maioria tardia 34% e algum tempo depois os retardatários perfazem 16%.
A Curva de Adopção da Inovação de Rogers é útil para lembrar que tentar convencer rapidamente as massas para uma ideia controversa é inútil. Faz mais sentido começar por convencer inovadores e adoptantes iniciais. A categoria e percentagens podem ser usadas como um esboço inicial para estimar os grupos alvo.
As características das pessoas excepcionais que iniciam 'epidemias', descritas por Gladwell em The Tipping Point (2000), encontram-se reflectidas naqueles que estão já imersos no software social. Gladwell refere-se a estas pessoas como Conectores, Especialistas e Vendedores. Eles são os mensageiros que espalham as mensagens sociais.
Conectores: Pessoas com um dom especial em unir o mundo, especialistas em pessoas, conhecem muita gente e são capazes de estabelecer ligações sociais.
Especialistas: Especialistas em informação e peritos em resolução de problemas, com apetências sociais e que gostam de partilhar o seu conhecimento.
Vendedores: Têm as capacidades de nos persuadir quando ainda não estamos convencidos.
Gladwell aplicou o conhecimento sobre como se espalham as 'epidemias' para criar uma teoria sobre a mudança social "contagiosa". Ele notou que as epidemias têm três características: contágio; o facto que pequenas causas têm grandes efeitos e que as alterações acontecem não gradualmente mas abruptamente.
No que se refere à mudança, a teoria da gestão, mostra que há sempre aqueles que darão o primeiro passo. O que geralmente os motiva é algo intrínseco, a emoção de novos desafios e um desejo de tornar as coisas melhores. Quem exercia a Formação Profissional e que avançou, rumo ao saber como usar estas ferramentas de software, provou ser capaz profissional e com muitos recursos.
McCulloch, uma mentora de e-Learning, formadora e facilitadora, escreveu sobre as razões que entende serem responsáveis para que a segunda vaga (os adoptantes iniciais) esteja preparada para se ligar ao software social:
"Acredito que é a autonomia e livre vontade que captou a atenção da segunda vaga e a sua capacidade de "fazer por si mesmo" será um ponto importante para sustentar a continuidade das sua práticas no e-learning. É a simplicidade e facilidade de uso destas ferramentas de rede social que trouxe mais sucesso, num curto espaço de tempo, durante os projectos realizados em 2006."
Pode ser discutível dizer que a confiança é a principal característica do "bloguer". Exige confiança publicar pensamentos, ideias e debates num ambiente público. Murray, em referência ao uso da funcionalidade de "comentário" na The Knowledge Tree, notou:
"desde que a The Knowledge Tree começou a usar software de blogue, a funcionalidade de comentários foi utilizada menos por australianos do que por leitores internacionais... é uma capacidade inata...s e queremos comunicar, seja através de blogues, temos que comentar... temos que ter a confiança para 'falar' e construir um perfil. Comentar é um bom ponto de partida mesmo que seja só para dizer 'obrigado'."
Os grupos
Com a utilização de software social, a definição de "grupos" tornou-se mais ampla, tornando difuso o sentido de grupos, redes e comunidades. O factor relevante no uso de software social é a sua natureza social. É a ligação e formação de redes e/ou comunidades que evoluem que faz com que tantos achem o fenómeno tão interessante.
Este conceito de ligar e conectar a teoria do Conectivismo de Siemens, suportada por Stuckey e Arkell (2006) que dizem que, "O chavão corrente para a gestão de conhecimento é ligar, não recolher". (p 7)
Eles também indicam que "a importância das comunidades de prática e as suas capacidades de criação de conhecimento generativo" foi bem defendida e estabelecida por um número de pessoas, incluindo Wenger, o proponente inicial de comunidades de prática em empresas. Wenger define três características essenciais de uma comunidade de prática:
O Domínio - um interesse partilhado
A Comunidade - Inserção em actividades e debates em conjunto, ajuda mútua e partilha de informação.
O Exercício - Eles desenvolvem um reportório partilhado de recursos: experiências, histórias, ferramentas, formas de abordar problemas recorrentes - em suma, uma actividade partilhada.
White defende três tipos de comunidade que agora operam no domínio da blogosfera do software social: a comunidade que pertence a um só Blogue/Bloguer; a comunidade específica a um tema/tópico; e a comunidade fronteira referente ao local (servidor) aonde o blogue está alojado.
Um elemento fundamental das ligações, do trabalho em rede e da formação de comunidades de prática é a "confiança". Tem que existir confiança nos juízos feitos pelas pessoas com as quais se liga. A confiança é a base de todas as interacções humanas. Boone, sobre Stuckey e Arkell (2006 p 7) indica, "Eu não quero dados em bruto, não quero informação, quero os juízos das pessoas em quem posso confiar".
Purie et al (2006), sobre considerar o valor dos sistemas sociais, disse que:
"Os sistemas sociais também dariam confiança e segurança num mundo onde os alunos estão ligados aos outros digitalmente e o conteúdo de ensino é partilhado entre estudantes e até co-produzido. Conteúdo comunitário, simples e open source tem a vantagem de dar acesso a conteúdo ilimitado de ensino, mas possibilitando o levantar de questões sobre a sua qualidade, valor e confiança."
As organizações
Stuckey and Arkell (2006) oferecem uma estrutura de quatro quadrantes:
"para definir os relevos culturais de actividades de partilha de conhecimento contra uma linha de crescentes representações individuais ou conformação empresarial. "
Eles disseram que o software social suporta o desenvolvimento de uma cultura aberta à partilha de conhecimento dentro de empresas, enquanto que uma cultura de conformidade obrigatoriamente conduziu a gestão de conhecimentos aos dias de hoje. Há uma necessidade da existência de ambas as culturas e de estas serem niveladas, defendem, e " uma gestão de conhecimentos fiável baseia-se na fusão das duas".
Certamente há indícios de indivíduos na Formação Profissional (os inovadores, adoptantes iniciais e mensageiros) que procuram formas de evitar uma cultura de conformidade dentro de empresas, testando novas tecnologias para suportarem a partilha de conhecimento, aprendizagem individual e a aprendizagem dos seus alunos. Por si só, isto cria tensões à medida que entendem que a empresa suprime a criatividade e inovação.
O que disse o estudo:
Suporte empresarial para o uso de software social foi considerado de grande importância para 82% dos participantes no estudo, com 67% desses a pertencerem ao sector da Formação Profissional.
Em relação aos itens concebidos para dar suporte organizacional ao uso de software social, muito poucos inquiridos na Formação Profissional avaliaram o apoio de colegas e da organização como "totalmente de acordo".
Estes tópicos foram:
a maioria dos meus colegas na minha empresa inspiram-me a usar estas tecnologias, sinto que faço parte de uma equipa de inovação (11% na Formação Profissional comparado com 37% de todos os inquiridos)
a minha empresa encoraja-me activamente desenvolver-me profissionalmente (tanto formal como informalmente) utilizando software social (7% na Formação Profissional comparado com 6% de todos os inquiridos)
sábado, 24 de janeiro de 2009
As redes sociais e a Igreja Católica
"Numa conferência realizada pela Igreja Católica, a Conferenza Episcopale Italiana (CEI, ou na tradução, Conferência Episcopal Italiana), o bispo Don Domenico Pompili alertou para os perigos de redes sociais online como o Facebook.
Segundo o site The Inquirer, Pompili acredita que os serviços levam ao que chamou de “individualismo interconectado”.
Para o bispo, relacionamentos criados online não são reais, e sites de networking levam ao “egocentrismo online”, afastando relações reais. Compartilhando de sua opinião está também o bispo Mariano Crociata, que presidiu a CEI e alertou para a glorificação da internet.
(...)
De acordo com o site italiano WebNews, as opiniões fizeram parte de uma palestra chamada “Igreja na Rede 2.0”, em que foi defendida a necessidade da criação de um novo modelo de rede de comunicação online, diferente dos existentes e criticados".
Magnet / Geek Central
Ver:
http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/9020-igreja-cat-lica-debate-redes-sociais-online