In this blog, we share trials, attempts to understand the emerging "revolution" of the WEB 2.0, online social networks like Facebook, Twitter and Youtube.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
CENTRO DE PESQUISA ATOPOS GRUPO DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO DIGITAL VINCULADO À ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
"O ATOPOS dedica-se à análise dos impactos da introdução de novas tecnologias comunicativas (...) nos vários âmbitos da sociedade atual em que ela se manifesta:
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Os novos media e as novas formas de escrita
A cultura informacional - Alexandre Serres
A cultura informacional - A intervenção de Alexandre Serres num seminário dinamizado por Bernard Stiegler - Séminaire Ecole et médias (CIEM-AI), 16 de Maio de 2009.
Ver aqui mais informações: http://www.arsindustrialis.org/séminaire-ciem-ai-ecole-et-médias
RESUMO A Cultura informacional tem sido dominada pela biblioteca, pelo paradigma documental, pela adaptação, pelos procedimentos. Tese do autor passa por mudar esta visão através de 3 eixos: 1. Pensar esta cultura informacional a partir da questão da técnica (pensar o código e o digital) a partir do pensamento crítico sem cair em extremos. Evitar o ocultamento da técnica. Evitar a dicotomia tecnofóbico/tecnofilico (Regis Debray). Pensar a questão da Cultura Técnica (Gilbert Simondon). Ver a relação entre a escola e o digital. a) Repensar a escola b) Pensar a plasticidade do digital. A democratização rizomática do saber devida ao digital (à nova cultura informacional) origina uma crise de autoridade, de legitimidade da escola e do professor. Solução: uma nova educação para a cultura da informação. 2. Alargar a cultura informacional à cultura dos media e ligada à cultura informática. Valorizar a hibridação mas tendo em conta as diferenças epistemológicas entre a escola e a internet. Melhorar qualitativamente o uso do digital. 3. Colocar o problema da finalidade. Realizar (melhorar e elevar o uso da internet), resistir, reflectir. Não cair nos opostos da resistência tecnofóbica ou da tecnofilica. Entender criticamente mas não de fora. Resistir por dentro com uma reflexão.4. Pensar os conteúdos didácticos da cultura informacional. Pensar a contradição entre a Escola e o Numérico: passa pela valorização da lentidão, ver as imagens e os textos desenvolvendo a arte do "olhar". Ver o que está por detrás do Google (formação crítica dos utensílios da internet). Resistir ao mito da calculabilidade, os efeitos perversos, as adições. Nem a resistência tecnofóbica, nem a adaptação acrítica.
Revista Logos publica um número especial com o tema: Tecnologias e Socialidades.
Está disponível o número 29 da Revista Logos - Comunicação e Universidade, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Publica diversos artigos em português e francês, de Stéphane Hugon, João Maia e Eduardo Bianchi, Beatriz Bretas, Vincenzo Susca, Florian Dauphin, José Pinheiro Neves, Hangsub Choi, etc.
Ver aqui os artigos em versão integral:
http://www.logos.uerj.br/antigos/logos_29/logos_29.htm
sábado, 30 de janeiro de 2010
A passagem dos dispositivos tradicionales de CMO para o Software Social
sábado, 16 de janeiro de 2010
Sociology of Google?
C'est en tous les cas une nouvelle entrée de chercheurs SHS dans la problématique « Google » (après l'approche documentaire-critique, l'approche critique-idéologique, etc.) et très intéressante car la plus directement sociologique pour l'instant : ici est étudiée la remarquable articulation entre un outil moteur / un individu en état de recherche / une méga machine Internet."
Some books online about sociology of Internet.
DUPUY Jean-Pierre (2000), « Les savants croient-ils en leurs théories ?: une lecture philosophique de l'histoire des sciences cognitives », INRA éditions.
VARENNE Franck (2007), “ Du modèle à la simulation informatique ”, Vrin
Revue TIC&société (2009), “ TIC et diasporas ”
BENKLER Yochai. (2007) The Wealth of Networks: How Social Production Transforms Markets and Freedom. New Haven, CT: Yale University Press.
LESSIG Lawrence. (2006) Code 2.0. NY: Basic Books.
JENKINS Henry. (2008) Convergence Culture: Where Old and New Media Collide. NYU Press.
FUCHS Christian. (2008). Internet and Society: Social Theory in the Information Age. Routledge.
MULTITUDES Web (2009), « Google et au-delà » n°36
SAXENIAN, AnnaLee. (2006). The New Argonauts: Regional Advantage in a Global Economy. Cambridge, MA: Harvard University Press.
TURNER, Fred. (2006) "From Counterculture to Cyberculture: Stewart Brand, the Whole Earth Network, and the Rise of Digital Utopianism". Chicago, IL: University of Chicago Press.
BELL David. (2001) "An Introduction to Cybercultures". London, England: Routledge.
WELLMAN Barry and Caroline HAYTHORNTHWAITE (2002) "The Internet in Everyday Life". Oxford: Blackwell.
McKEE, Heidi, PORTER James (2009). The Ethics of Internet Research. A Rhetorical, Case-based Process. New York: Peter Lang.
CERWONKA Allaine, MALKKI Liisa (2007). "Improvising Theory: Process and Temporality in Ethnographic Fieldwork". Chicago, IL: University of Chicago Press.
HAKKEN David. (1999). Cyborgs@Cyberspace?: An Ethnographer Looks to the Future. London: Routledge.